A little less Thinking and a tiny more Doing

“Finished last” will always be better than “Did not finish”, which always trumps “Did not start”. (as I read somewhere)

Isn’t it incredibly simple, yet so amazing and deep? (or is it just me?)

Anyway… My point is:

Just start! Alright? I know… I know… “You may not finish”.

OKAY. I get that. That IS a possibility. But, honestly, what does THAT matter right NOW, in this very second?!

So… come on… a little less thinking and a tiny more doing.

Whatever you need to begin: start now!

And by now, I mean NOW!

Oh and sorry about the short blog post… I need to shut the computer down and read the first page of a very important, and potentially life-changing, book I have been postponing. Might never finish it. But I’ll just focus on the first page by NOW.

(How about you? Any “starting” of any kind lately?)

Raquel

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LIMITE (uma resposta à Lud*)

Durante muitos anos tive muita dificuldade com a palavra LIMITE!

Por um lado, não sabia quais eram os MEUS limites, e pisava, constantemente, o meu próprio risco (com todas as consequências que isso acarreta). Por outro lado, não conseguia impôr limites a determinadas pessoas, e permitia que ME invadissem… entrassem em mim…  despejassem ou levassem de dentro de mim o que quisessem…

passei anos a subir montanhas, lesionada, sem muletas, às vezes com mais forças, outras a arrastar os pés… mas SUBIA SEMPRE! Sabia que o esforço era enorme, contudo considerava que uma vez subida a serra, tudo iria passar…

passei anos em eu que dominava a arte de engolir palavras que deveria vomitar… sem perceber que o meu estômago, pequenino, não conseguia digerir tudo (eu achava que sim) e algum dia havia de pagar a conta…  Continue reading